Brasil

A Embaixada dos EUA em Jerusalém não hasteará a bandeira gay

Se quiserem colocar uma bandeira em qualquer espaço interno da embaixada, sem problemas, mas hasteá-la na frente do prédio, não!


Bandeira gay hasteada na antiga embaixada dos Estados Unidos em Tel Aviv durante o Governo Obama

Aos poucos, as minorias vão impondo suas agendas sobre a maioria. Um exemplo objetivo pode ser observado na multiplicação de festas de apoio ao movimento LGBT. Tímidas no início, as comemorações antes restritas ao dia 28 de junho acabaram por se estender por 30 dias, tornando junho o Mês do Orgulho (sic) Gay.

Um ato importante destas comemorações é a exposição da bandeira do arco-íris em diversas partes do mundo, até mesmo em órgãos públicos. Durante a administração Obama, as embaixadas norte-americanas passaram a hastear a bandeira do movimento homossexual juntamente com a bandeira do país. “Os direitos dos homossexuais são direitos humanos”, bradou Hillary Clinton, então secretária de Estado dos EUA, ao iniciar este gesto em junho de 2011.

O tempo passou, Donald Trump derrotou Hillary Clinton na corrida pela Casa Branca, Mike Pompeo sucedeu a antiga primeira-dama como Secretário de Estado e a bandeira gay foi banida das fachadas das repartições públicas estadunidenses.

Neste mês de junho, entretanto, os diplomatas que servem na Embaixada dos EUA no Brasil solicitaram ao Departamento de Estado que autorizasse o hasteamento da bandeira gay em Brasília. A resposta da administração Trump foi clara e direta: Se quiserem colocar uma bandeira em qualquer espaço interno, sem problemas, mas hasteá-la na frente da embaixada, não.

A primeira embaixada a receber esta orientação foi a mais nova representação americana no exterior, a Embaixada dos Estados Unidos em Israel. Em Tel Aviv, durante o Governo Obama, a bandeira tremulou por todo o mês de junho, mas em Jerusalém, Capital Indivisível do Estado de Israel, ela não tremulará!

A proibição, divulgada pela NBC News no último sábado, dia 8, ocorreu depois de promulgada uma diretriz que orienta todas as missões diplomáticas norte-americanas a não hastearem a bandeira gay em seus edifícios.

A NBC informou ainda que além do Brasil, diplomatas das embaixadas dos EUA na Alemanha, Israel e Letônia pediram permissão ao Departamento de Estado para hastear a bandeira. Todos os pedidos foram negados.

Também no sábado, o Washington Post informou que funcionários gays do Departamento de Estado criticaram a não participação, por 2 anos consecutivos, de Mike Pompeo no evento interno que realizam. Estes gays estão certos de que o seu chefe não participará também da solenidade este ano.

Os gays do departamento acusam o Secretário de orientar suas posturas diplomáticas de acordo com a religião que professa, uma vez que Pompeo é cristão evangélico.

Numa entrevista concedida ao Christian Broadcasting Network no passado mês de abril, Mike Pompeo foi claro e direto: “O trabalho que desempenho é fundamentado na compreensão que eu tenho da minha fé e na minha crença em Jesus Cristo como [meu] Salvador.”

ANDS | YNET | NYT | NBC | CBN

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