Curiosidades

A HISTÓRIA IRREAL DOS COMUNISTAS BRASILEIROS

E UMA HISTÓRIA COMUNISTA DE VERDADE

A campanha eleitoral é uma guerra. E guerra suja. É o que temos visto nestes últimos dias no Brasil. E a maior vítima até agora é a Verdade. Mente-se descaradamente. E é impressionante a capacidade do ser humano para acreditar nas mentiras. Há uma preguiça de se pesquisar, de saber se aquele fato é ou não verdadeiro. Se uma suposta notícia serve aos interesses do candidato preferido, passa-se para a frente sem se checar a veracidade do que se leu.

Curiosamente, quem mais se beneficia destas mentiras são os partidos e candidatos de Esquerda. Por isso, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) propôs um acordo contra a veiculação de Notícias Falsas, não causou surpresa que apenas 4 partidos se recusassem a assinar, todos eles de esquerda: PT, PSTU, PCO e PTC.

E foi assim que a campanha eleitoral de 2018 tornou-se uma das mais pródigas em mentiras de todos os tempos. E como o candidato favorito é um ex-militar, este acabou por tornar-se o alvo prioritário das mentiras.

De todas as histórias estapafúrdicas que surgiram, a mais engraçada delas veio de um site ligado à Folha de S. Paulo e ao Portal UOL. Nenhuma surpresa. Em letras garrafais, a manchete alardeava: “Estudo afirma que regime militar brasileiro era ditadura, e mais repressiva que a da URSS!” Um completo absurdo.

Para compreensão do que se passou na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), uma das melhores obras é “O Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão”, uma coletânea de informações elaborada por professores e pesquisadores universitários europeus sob direção do professor Stéphane Courtois, diretor de pesquisas do Centre National de la Recherche Scientifique (“Centro Nacional da Pesquisa Científica”, CNRS).

A obra é densa e esmiúça regimes comunista em todo o mundo, chegando à conclusão que o Comunismo matou, apenas no século passado, perto de 94 milhões de pessoas em todo o mundo.

Não vou entrar em detalhes, pois minha atenção aqui está voltada para a comparação entre o Governo Militar Brasileiro e a Ditadura Soviética. Segundo Stéphane Courtois e sua equipe, apenas na URSS foram mortas 20 milhões de pessoas. Vinte milhões!

Estas mortes começaram com as execuções de dezenas de milhares de reféns e prisioneiros e de centenas de milhares de operários e camponeses rebeldes entre 1918 e 1922, sendo seguidos depois de diversas outras atrocidades, que podemos assim resumir.
A grande fome russa de 1921, que causou a morte de 5 milhões de pessoas.
A deportação e o extermínio dos cossacos do Rio Don em 1920.
O extermínio de dezenas de milhares em campos de concentração no período entre 1918 e 1930.
O Grande Expurgo, que acabou com a vida de 690 000 pessoas.
A deportação dos chamados “kulaks” entre 1930 e 1932.
O genocídio de 10 milhões de ucranianos – conhecido como “Holodomor” – e de 2 milhões de outros durante a fome de 1932 e 1933.
As deportações de poloneses, ucranianos, bálticos, moldavos e bessarábios entre 1939 e 1941 e entre 1944 e 1945.
A deportação dos alemães do Volga.
A deportação dos tártaros da Crimeia em 1943.
A deportação dos chechenos em 1944.
A deportação dos inguches em 1944.

Ao todo, 20 milhões de mortos. Mas, e a “ditadura” brasileira, quantas pessoas morreram durante os chamados “anos de chumbo”?

A Esquerda diz que foram 424, mas oficialmente mesmo foram 293. Em 20 anos de guerrilha, travada por grupos que queriam implantar o Comunismo no Brasil, morreram menos de 300 pessoas! Pessoas que queriam implantar aqui o mesmo regime que matou 20 milhões na sua fonte, na sua origem. E agora vem a Folha e o UOL dizerem que no Brasil a coisa foi pior?!

E tem mais um detalhe. Entre esses 293 mortos estão pessoas que morreram das mais diversas formas. Algumas foram vítimas de acidentes, outros de morte natural, muitos de suicídio e diversos deles foram executados pelos próprios camaradas, que os acusaram de traição.

As mortes de esquerdistas durante os 20 anos de Governo Militar estão assim distribuídas:

72 mortos pertenciam à ALN-Molipo, sendo que destes, 4 foram mortos pelos próprios camaradas. 68 dos mortos eram ligados ao PC do B, partido da candidata a vice-presidente junto com Fernando Haddad, sendo que 58 desses morreram em confronto com o Exército na Guerrilha do Araguaia. O PCB teve 38 mortos, o VPR 37, o VAR-Palmares, grupo a que foi ligada a ex-presidente Dilma Rousseff teve 17 mortos, o PCBR 16, o MR-8 teve 15 mortos, o MNR e o AP perderam 10 camaradas cada um, o POLOP 7 e do Port morreram 3 pessoas.

293 ao todo. E a Folha e o UOL querem dizer que aqui as coisas foram piores do que na URSS.

Agora, uma coisa que poucas pessoas têm atentado é para o fato de que se o Fernando Haddad viesse a vencer, como ele está envolvidos em crimes semelhantes ao do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, a tendência natural é que ele será preso e se fosse eleito sofreria impeachment.

E quem entraria em seu lugar? A vice, Manuela D’Ávila, que é do Partido Comunista do Brasil. E pronto, em pleno Século XXI, o Brasil estaria nas mãos do mesmo regime que matou 20 milhões de pessoas no século passado.

Você está preparado para isso?!

No texto abaixo, veja o depoimento retirado do livro “Perdoa, Natacha!”, uma obra autobiográfica do ex-agente da KGB Nicholaevich Kourdakov. O livro é um relato cruel de como o regime comunista demolia igrejas, destruía Bíblias, torturava e matava crentes em Jesus Cristo.

O trecho que escolhi para compartilhar com vocês é aquele em que o ex-agente relata a forma como conheceu a personagem que dá nome ao seu livro, Natacha Zhdanova.

A BELA RELIGIOZNIK

Tínhamos recebido ordens expressas de Nikoforov para afastar os transeuntes. Uma série de recentes operações tinham sido malsucedidas porque grupos de expectadores curiosos tinham sido atraídos pelos gritos dos crentes. Finalmente, tínhamos conseguido dispersa-los, mas o mal estava feito. Nikoforov veio a saber, ficou furioso e deixou bem claro que isso não voltasse a acontecer.

Eu estava decidido a não deixar que expectadores aparecessem esta noite. Ambas as ruas estavam completamente bloqueadas. Deixando os guardas nos seus postos, nós, os dez restantes, encaminhámo-nos para a casa número 66, ao encontro dos ocupantes em oração, que não suspeitavam de nada. Em breve a localizamos. Era uma casa simples, de um só andar, idêntica às outras da mesma zona. Via-se uma luz acesa no interior, brilhando através de uma pesada cortina que cobria a janela. Havia duas janelas de cada lado da casa e uma porta nas traseiras. Postei um homem em cada janela e outro na porta. Depois do habitual queixume de perderem o melhor da festa, lá foram. Isto levou-me metade dos meus homens. Disse-lhes que podiam deixar os postos quando as coisas estivessem encaminhadas e então podiam entrar para se divertirem um pouco.

Já tudo estava em ordem. Clandestinamente, avançamos para a porta principal. Depois de mais uma olhada para me certificar de que ninguém andava ali a rondar e desse o alerta, fiz um sinal e disse: “Vamos!” Depois, atirei-me de encontro à porta, em voo e ela ficou escancarada.

Lá dentro, quinze pessoas espantadas e ajoelhadas, oravam e cantavam. Olharam-nos num desmedido pasmo, sem quererem acreditar no que viam. Sabiam o que se estava a passar e os rostos denunciam grande surpresa e medo. Contudo, algumas continuaram a orar e, três ou quatro continuaram a cantar, sem falharem uma única nota. Estas pessoa, pensei, são incríveis! Tinha de admirar-lhes a coragem! Mas ao mesmo tempo, isto enfurecia-me. Gritei: “O que vocês estão fazendo?”

“Orando”, respondeu uma pessoa.

“A quem?”

“A Deus.”

“Não há Deus, seus loucos”, gritei. “Vocês não sabem isso? Vocês oram para o vácuo. Onde está o Deus de vocês agora? Deixem então que Ele lhes ajude!”

Começamos a puxá-los e empurrá-los, como preparação para o ataque. E, de repente um dos meus homens usou o cassetete e o ataque começou. Entramos em meio a um grande barulho, empurrando, batendo e dando pontapés. Vladimir agarrou um idoso, esmurrou-lhe a cara e atirou-o a gritar para o meio da sala onde ele caiu no chão em meio a uma poça de sangue. Anatoly, que não queria ficar para trás em relação ao Vladimir, agarrou outro idoso e socou-lhe no estômago, no peito e na cara, como se ele fosse um boneco. E concluiu o trabalho dando-lhe um violento soco na boca. Os crentes que ainda não tinham sido apanhados por nós, corriam à volta do quarto tentando esconder as Bíblias e os folhetos cristãos. Vendo o que eles faziam, gritei: “Apanhem as Bíblias!” Sergei Kononenko apanhou uma navalha e com ela dava golpes de forma selvagem, pondo os crentes aos pulos para evitaram ser alcançados pela lâmina. Yuri agarrou uma senhora idosa, arrastou-a durante algum tempo pelos cabelos brancos, puxou-lhe a cabeça para trás e aplicou-lhe um golpe na garganta. Sem emitir nenhum som, a idosa caiu ao chão.

Descobri um velho tentando fugir, agarrei-o e desferi um soco na cabeça. Mas, ele conseguiu desviar. Isto deixou-me doido, tomei impulso para esmagar-lhe a cara com um murro, mas alguém atrás de mim agarrou-me a mão, implorando: “Não bata nele, por favor. Não bata. É apenas um velho.”

Virei-me furioso e vi que eram dois jovens crentes, um perto dos 18 anos e o outro com mais ou menos 21 anos. “Quer dizer que são vocês quem me dão ordens? Pois bem, vejam então o que vou fazer.” Olhei em volta, virei-me para o Boris e o Yuri e gritei: “Leve estes dois lá para fora e lhes ensinem que não nos devem dar ordens!” Os jovens foram empurrados e puxados para as traseiras e esmurrados até os rostos ficaram transformados numa massa ensanguentada. A maioria dos seus ossos acabaram partidos.

Enquanto isso, Sergei Kononenko tinha usado sua navalha contra um grupo de mulheres e elas gritavam tentando proteger seus corpos. Um velho lutava no chão, tentando pôr-se de pé, ensanguentado e esmurrado. Yuri aproximou-se dele e com suas pesadas botas deu-lhe um violento pontapé nas costelas. Houve um esmagar de ossos e várias costelas ficaram partidas. O velho contorceu-se gemendo de dor.

Nada na casa, nem pessoas nem móveis, escaparam à nossa devastação. Partimos tudo o que estava à vista. Quem quer que fosse que transformasse a casa em igreja secreta, ficava sabendo agora que se o fizesse, perderia tudo o que tinha. Num minuto, a casa tornou-se num destroço – cadeiras partidas, mesas, pratos, tudo esmagado e espalhado por toda a sala. Meio coberto pelos destroços encontravam-se os crentes, alguns desmaiados e o resto agonizando de dor.

Vi Victor Matveyev agarrar e arrastar uma jovenzinha que tentava fugir para outra sala. Era uma bela jovem. Mas que pena que era crente. Victor apanhou-a, levantou-a no ar acima da sua cabeça e segurou-a assim durante algum tempo. Ela implorava: “Não, por favor, não. Meu Deus, ajuda-nos!” Victor arremessou-a contra a parede com uma força incrível. Depois, ela caiu ao chão, semi-inconsciente, gemendo. Victor virou-se e rindo, exclamou: “Aposto que sua obsessão por Deus saiu pela cabeça a fora!” Mas eu, simplesmente olhava e pensava: “Ela é realmente bonita. Desejaria tê-la encontrado em circunstâncias mais favoráveis.”

“Apanhem os livros”, gritei. Vasculhamos a sala à procura de Bíblias ou qualquer outra literatura cristã que eles pudessem ter. Apanhei um caderno infantil de exercícios, escrito à mão, com versos da Bíblia, que estavam nas mãos de uma senhora idosa. Ela estava parcialmente consciente e murmurava: “Porquê? Porquê?” Não era bem uma pergunta, mas sim um grito de agonia, vindo das profundezas da sua alma. “Porquê?”

“Agarrem estes dois homens!” Ordenei apontando para os dois chefes que condiziam com a descrição que Nikiforov me tinha dado. “Levem para o caminhão.” E enquanto dois dos meus homens se aprontaram para obedecer, os outros vasculharam à volta à procura dos documentos de identidade dos crentes. Peguei a identidade de uma jovem, linda. Tive um especial interesse por ela. Olhei o documento. Chamava-se Natacha Zhdanova. Depois de anotarmos os nomes, poderíamos encontrá-los quando quiséssemos.

O trabalho estava feito. Estava na hora de irmos embora. Dei ordem de retirada. Enquanto saíamos, dei uma última olhada no cenário que deixava para trás. A sala estava repleta de corpos, cadeiras, mesas e pratos partido, tudo misturado num feixe. O sangue salpicava as paredes. Tínhamos trabalhado bem.

(Depoimento de SERGEI NICHOLAEVICH KOURDAKOV no livro “PERDOA, NATACHA!”, páginas 138 a 140.)

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