Cotidiano

A VIOLÊNCIA ISLÂMICA CONTRA OS CÃES


Nas imagens acima, da esquerda para a direita e em sentido horário, um cão agonizante é atirado para as águas de um rio depois de ter sido espancado. Três outros animais assistem a cena registrada na cidade de Erzurum, região leste da Anatólia, na Turquia.

CRESCE A INTOLERÂNCIA DOS MUÇULMANOS AOS ANIMAIS DOMÉSTICOS

É de conhecimento geral que o Alcorão é o livro sagrado dos muçulmanos, mas esta não é a única base de orientação religiosa islâmica, pois existem também as pregações dos clérigos e, principalmente, as orientações da Sunnah, ou Hádice, que é a segunda fonte mais importante da doutrina islâmica.

A palavra Alcorão significa “ditado” e Hádice “transmissão” ou “comunicado”. Para os muçulmanos, o Alcorão é a palavra direta de Allah, ditada pelo anjo Gabriel a Maomé, enquanto o Hádice é uma coletânea de experiências e orientações pessoais do profeta.

O Hádice conta com diversas divisões, sendo que numa delas, o Muslim #5248, encontra-se o relato de que Maimuna, uma das esposas de Maomé, teria observado que certo dia seu marido estava quieto e aflito e perguntou-lhe a razão. Maomé respondeu que havia marcado um encontro com o anjo Gabriel, mas que este não aparecera. Ele estava intrigado, pois o anjo nunca havia falhado um compromisso. E passou o resto do dia de mau humor.

Maomé então procurou entender as razões pelas quais Gabriel não havia cumprido o compromisso. Fazendo uma varredura na casa, encontrou debaixo da cama um filhote de cachorro, que sua esposa Maimuna havia recolhido da rua. Maomé expulsou o cãozinho e purificou o local com água.

Naquela noite, o anjo voltou a aparecer-lhe e Maomé indagou as razões pelas quais ele não viera na noite anterior. Gabriel teria dito que “anjos não entram numa casa onde há um cão ou uma imagem.”

Na manhã seguinte, Maomé ordenou a morte de todos os cães domésticos e dos que vigiavam pequenas propriedades, como os pomares, poupando apenas os animais responsáveis pela vigilância de “campos caros e jardins grandes”.

Desde então, os cães passaram a ser animais impuros para o islamismo.

Hoje em dia há verdadeiros “movimentos de purificação” nos países de maioria muçulmana, movimentos que visam a erradicação da presença canina nos espaços públicos numa onda de violência que começa a chegar também na Europa. E infelizmente este processo de eliminação dos cãos é muitas vezes extremamente insensível. Se alguém pesquisar o tema “violência islâmica contra animais” em mecanismos de busca como o Google, ficará chocado com as imagens que encontrarão.

Por outro lado, em Israel os judeus têm uma relação muito diferente com estes dóceis animais. Atualmente, o Estado de Israel é um porto seguro no Oriente Médio para este que é considerado o melhor amigo do homem.


Na imagem acima, israelenses levam seus cães a uma feira na cidade de Tel Aviv. A placa em hebraico indica que aquele local é um “centro de saúde” animal.

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