Breaking News

GUERRA: EUA, REINO UNIDO E FRANÇA ATACAM BASES DE ARMAS QUÍMICAS SÍRIAS

Estados Unidos, Reino Unido e França iniciaram esta sexta feira ataques contra alvos na Síria. A informação foi revelada pelo próprio Presidente norte-americano, Donald Trump, que justificou os bombardeios como sendo retaliações contra Bashar al-Assad, depois dos ataques com armas químicas em Damasco que, no fim de semana passada, mataram mais de entre 40 e 70 pessoas.

Na TV, e não no Twitter, o presidente norte-americano Donald Trump dirigiu-se à população do seu país: “Meus caros americanos, há pouco ordenei as forças armadas norte-americanas que lançassem ataques de precisão a alvos associados às capacidades de armamento químico do ditador sírio Bashar al-Assad”.

Trump garantiu que os ataques foram feitos com “armas de precisão”, objetivando atingir apenas e tão somente alvos responsáveis pela produção, dispersão e utilização de armas químicas. Os alvos foram monitorados por sofisticados sistemas de rastreamento e, provavelmente, com informações de solo também. “Estamos preparados para manter esta resposta até que o regime sírio pare de usar agentes químicos proibidos”, concluiu o presidente.

Ao mesmo tempo em que Trump falava, um correspondente da France Press informava que em Damasco já se ouvia o som das explosões.

Donald Trump exortou Moscou a abandonar o apoio a Assad e afirmou que a Rússia “traiu as suas promessas” sobre a eliminação de armas químicas.

A ação norte-americana não foi isolada. Aos Estados Unidos uniram-se duas potencias europeias, o Reino Unido e a França: “Esta noite, autorizei as forças armadas britânicas a conduzir ataques direcionados e coordenados para degradar a capacidade de armas químicas do regime sírio e travar a sua utilização”, comunicou a primeira-ministra britânica, Theresa May. “Estamos a atuando em conjunto com os nossos aliados americanos e franceses”.

“O regime sírio tem uma história de utilização de armas químicas contra o seu próprio povo da forma mais cruel e abominável”, acrescentou May. “O ataque químico de sábado passado, em circunstâncias de terror, não deve surpreender ninguém. E este padrão de comportamento deve ser barrado”, concluiu a líder britânica.

May argumenta que todos canais diplomáticos foram utilizados, sem sucesso. “Ainda esta semana os russos vetaram uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que teria estabelecido uma investigação independente ao ataque de Douma”.

Logo depois, e quase que simultaneamente, foi a vez da França confirmou ter ordenado as forças armadas a intervir na Síria. “Não podemos tolerar a banalização do uso das armas químicas”, disse num comunicado o presidente Emmanuel Macron.

No documento, Macron assinala que o ataque “está circunscrito às operações do regime sírio que permitem a produção e utilização de armas químicas”. O líder francês explicou que o parlamento do seu país será informado da ofensiva e será aberto um debate parlamentar, como estipula a Constituição francesa.

Aguarda-se agora a resposta do presidente russo, Vladimir Putin.

ANDS | EXPRESSO | FP

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s