Arqueologia

AS ELEIÇÕES AMERICANAS E OS JUDEUS 2

O DIREITO DIREITO DOS JUDEUS E O DIREITO TORTO DE HILLARY CLINTON: UMA HISTÓRIA COM DOIS LADOS

ostracon
Arqueólogo israelense aponte textos legais num ostracon de 3.000 anos

LADO A – AS ORIGENS DO DIREITO NO ESTADO HEBRAICO

Em 2008 um arqueólogo israelense descobriu aquele que talvez seja o texto hebraico original mais antigo do mundo. Trata-se de um pequeno caco de cerâmica que remonta ao tempo do Rei Davi e provavelmente tem mais de 3.000 anos. O Professor Yosef Garfinkel, da Universidade Hebraica de Jerusalém, diz que a peça arqueológica, conhecida como ostracon, foi encontrado durante as escavações de uma fortaleza do século X aC, em Elah.

O fragmento foi descoberto na Fortaleza Elah em Khirbet Qeiyafa, um sítio arqueológico do século X a.C. situado 20 milhas a sudoeste de Jerusalém. A fortaleza, medindo 2,3 hectares, é a mais antiga cidade fortificada do período bíblico em Israel.

A datação, através do processo Carbono 14, confirmou cientificamente que o ostracon e a escrita nele contida realmente datam do período em que viveu o mais famoso dos reis dos hebreus. Isso faz com que esta pequena peça de 15 X 15 centímetros, tenha uma importância significativa, pois foi confeccionada mil anos antes dos Manuscritos do Mar Morto, informou a universidade.

Dois anos depois, quando o achado foi totalmente traduzido, chegou-se à conclusão que se tratava de um texto legal, pertencente a uma peça que falava das leis de Israel. Mesmo num objeto tão antigo já podia-se ver aliado às palavras “escravo” e “rei” a presença do “juiz”. Ou seja, há hoje provas concretas de que há mais de 3.000 anos já existia em Israel um conjunto de pessoas a legislar sobre a vida cotidiana do seu povo, a reger a sua sociedade e orientar as suas crenças.

“Agora podemos dizer que era altamente aceitável que durante o século X a.C., no reinado do Rei Davi, havia escribas em Israel que eram capazes de escrever textos literários e historiografias complexas como aquelas que encontramos nos livros de Juízes e Samuel”, disse o professor Gershon Galil, do Departamento de Estudos Bíblicos na Universidade de Haifa, um dos responsáveis pela tradução do documento.

Kathy Shelton
Kathy Shelton na época em que foi estuprada por um pedófilo defendido por Hillary Clinton.

LADO B – O DIREITO DE UMA POLÍTICA NÃO MUITO SIMPÁTICA AO ESTADO HEBRAICO

Em 1975 uma criança de 12 anos foi estuprada por dois homens no Estado americano do Arkansas. Como as provas incriminavam mais um do que o outro, Thomas Alfred Taylor, um pedófilo de 41 anos, foi levado a julgamento. Sabendo da complexidade do caso e que a condenação por este crime naquele Estado é a prisão perpétua, o procurador Mahlon Gibson sugeriu ao juiz Maupin Cummings que contratasse uma jovem advogada chamada Hillary Rodham.

O réu havia pedido ao procurador para ser defendido por uma mulher. Talvez nunca venhamos a saber as razões que levaram Gibson e Cummings a atender tal pedido, mas o empenho da advogada tinha um objetivo muito bem definido: ela queria vencer aquele caso, mesmo que para isso fosse necessário distorcer a verdade. Ela queria simplesmente vencer. E Hillary Rodham venceu. Seu nome de solteira ficou para sempre ligado a esta defesa infame, mas logo ela livrou-se disso, pois assumiu o sobrenome do namorado, que agora tornara-se seu marido. Passou a chamar-se Hillary Clinton.

Além de desconstruir a imagem de inocência da criança, a jovem advogada precisava ainda livrar-se da mais comprometedora das provas: a roupa interior do pedófilo, a cueca, manchada com o sangue da criança e este misturado ao sêmen do agressor.

Numa ardilosa artimanha, Hillary Clinton conseguiu. O processo tornou-se uma verdadeira peça de terror. “Fui informada que a queixosa é emocionalmente instável, com tendência a procurar homens mais velhos e se envolver em fantasias”, alegou Hillary Clinton. Lembrem-se, “a queixosa” é uma menina de 12 anos que foi estuprada por dois homens!

“Também fui informada que ela [a menina de 12 anos que foi estuprada] tem um passado de falsas acusações sobre pessoas que teriam mexido com seu corpo e que ela também exibe uma teimosia incomum e um temperamento quando não consegue o que quer”, continuou a advogada.

Mais adiante, Hillary Clinton, no afã de difamar a criança para mais facilmente ilibar o pedófilo, afirma: “Eu também ouvi de um especialista em psicologia infantil que as crianças no início da adolescência tendem a exagerar ou romancear experiências sexuais e que as adolescentes com famílias desorganizadas, como a autora da denúncia, são ainda mais propensas a esse tipo de comportamento.”

Todos esses argumentos, vindos da boca de uma jovem advogada com cara de hippie, soou extremamente convincente no meio de uma sociedade profundamente influenciada pela presença masculina.

O primeiro passo estava vencido: a imagem de inocência da criança estuprada estava totalmente destruída! Faltava agora enfrentar a pior parte: a prova material: a cueca suja do sangue da menina com o sêmen do pedófilo.

A cueca foi enviada para um laboratório forense, a região onde havia sangue e sêmen foi recortada e, numa atitude completamente incompreensível, foi depois devolvida ao processo com um enorme buraco no meio. A parte com sangue e sêmen desapareceu para sempre.

Confiante na forma como a imagem da menina estuprada fora desconstruída e com a prova material destruída, Hillary Clinton solicitou que seu cliente fosse submetido ao detector de mentiras. Tranquilizado por sua defensora, o estuprador enfrentou o detector e passou. Hillary comemorou.

Antes de anunciar o veredito, outra atitude estranha. O juiz Maupin Cummings pediu para ficar a sós com o réu antes de anunciar a sentença. Nunca se soube o teor da conversa entre eles. Ao retomar a sessão, o pedófilo e estuprador considerou-se culpado pelo crime de “carícias ilegais em uma criança”.

Se fosse condenado por estupro, Thomas Taylor, o cliente de Hillary Clinton, seria condenado à prisão perpétua, mas “por fazer carícias ilegais em uma criança”, pegou 1 ano de prisão. Cumpriu 2 meses.

Hillary Rodham lawyer
Hillary na época em que defendeu o pedófilo e estuprador Thomas Alfred Taylor

Dez anos depois, já em meados dos anos 80, Hillary Clinton foi entrevistada pelo jornalista Roy Reed e a gravação original faz parte hoje dos arquivos do departamento de coleções especiais da biblioteca da Universidade do Arkansas. Não esqueçam que a esta altura Hillary Clinton ainda não era famosa, ela era apenas uma advogada dando um depoimento para os arquivos da biblioteca onde era professora.

“Você disse que há algum tempo trabalhou em um caso criminal. Que tipo de trabalho foi esse? Poderia falar um pouco sobre isso?”, perguntou-lhe Roy Reed no início da entrevista.

“Eu tive alguns clientes realmente difíceis”, disse Hillary. “Um promotor me chamou, disse que tinha um cara que fora acusado de estupro e que queria uma mulher como advogada de defesa.” “Por quê?”, indagou o jornalista. “[Ele disse que] eu faria a defesa como um favor para ele” respondeu a jovem advogada. “Isso é muito estranho”, comentou o entrevistador. E Hillary ainda acrescentou: “Foi um caso fascinante, um caso muito interessante.”

A entrevista segue descontraída e didática, mas também pontuada por risos: “Ele fez um teste no detector de mentiras! Eu o fiz ser examinado pelo polígrafo e ele passou. Isso destruiu para sempre a minha fé nos detectores de mentira”, disse Hillary e deu uma risada. Ou seja, Hillary Clinton não só sabia que seu cliente era culpado como riu pelo polígrafo ter falhado.

“Mas, sabe o que era triste sobre ele? Era que os promotores tinham provas contra ela sendo que entre elas estava a sua roupa interior”, diz Hillary no áudio disponível na Universidade de Arkansas. “Sua cueca estava sangrada, mandei-a para o laboratório criminal, eles cortaram a parte que iam testar (…) e mandaram a cueca de volta com um buraco na prova”, concluiu a advogada. E desta vez, ela e o entrevistador riem.

Quando a gravação se tornou pública, Hillary Clinton encarregou Josh Schwerin, o porta-voz da sua campanha, de explicar a incômoda situação: “[Hillary] Clinton estava simplesmente citando informações de especialistas e investigadores envolvidos no caso como uma razão para buscar mais opinião de especialistas. As reações são claramente expressões de descrença nas falhas que envolveram o caso e absurdos que ela encontrou dentro da burocracia do sistema judicial. “Na entrevista ela chamou isso de “um caso terrível “, e é claro que ela sente muita pena em recordá-lo”, concluiu o porta-voz.

Kathy Shelton tem hoje 54 anos e mora Springdale, a mesma cidade onde foi estuprada quando tinha 12 anos. Kathy Shelton vive há mais de 40 anos com as marcas da violência que sofreu. Thomas Alfred Taylor, o estuprador, morreu em 1992. Tinha 71 anos e ficou apenas 2 meses preso. Hillary Rodham Clinton, a advogada que defendeu e ilibou o pedófilo-estuprador, tem hoje 69 anos e é candidata à Presidência dos Estados Unidos da América. E a imprensa, os artistas, as feministas e a Esquerda a adoram.

REPORTAGEM SOBRE O CASO NA TV AMERICANA

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