Antisemitismo

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MULHERES PROIBIDAS DE PARTICIPAR DE CONFERÊNCIA DOS DIREITOS DAS MULHERES

Mulheres contra Israel

Quando se trata de atacar Israel, as primeiras tresloucadas a tomar a frente das manifestações são as feministas. Alucinadas, com seios de fora ou não, gritam palavras de ordem vociferando um ódio irracional contra o único país onde elas teriam liberdade de fazer aquilo que fazem.

Como o Congresso Nacional é indicado pelo voto do povo, as tresloucadas têm lá também as suas representantes, que são tão incoerentes quanto quem as elegem. Se não forem mais.

Nos países ocidentais as mulheres têm toda a liberdade para se reunirem e para manifestarem-se, mesmo que seja de forma estúpida, mas como será a realidade dos países que elas involuntariamente defendem no afã de atacar Israel?

Vejam este exemplo. A Universidade Qassim, da Arábia Saudita, realizou há três anos uma conferência mundial cujo tema era algo mais ou menos assim: «Mulheres na biografia do profeta [Maomé] Um modelo para a Arábia Saudita».

Na época, o jornal saudita Okaz relatou que um dos objetivos da conferência era convocar o mundo islâmico e outros países a reconsiderar a concepção do papel mulher na sociedade.

A conferência devia ainda formar uma comissão que viesse a considerar a aplicação das recomendações propostas no encontro.

Segundo o sheikh Abdullah Saleh Al-Rashed Hamid, presidente da conferência, tendo em vista o papel que as mulheres representaram na vida do profeta Maomé, há uma eminente “necessidade de abordar as questões das mulheres de forma justa e equitativa” de modo que “os direitos das mulheres na Arábia Saudita e nos demais países muçulmanos não entrem em conflito com as disposições da lei islâmica”.

A conferência propôs ainda a criação de instituições e centros onde possam-se “trocar experiências sobre os direitos e obrigações de todas as mulheres, à luz da lei islâmica” de modo que isso possa “promover a cultura de direitos humanos entre as mulheres”, inspirados naquelas que aparecem “na biografia do profeta”.

Segundo o jornal, uma das razões pelas quais a conferência foi realizada é a necessidade de encontrar respostas para “as teses das organizações feministas radicais” e “convidar organizações e instituições de ensino” a apoiar a prática islâmica feminina, viabilizando “ambientes seguros para as mulheres muçulmanas” com o objetivo de “preservar os seus direitos e dignidade”.

O curioso dessa história toda, conforme podemos ver na foto abaixo, é que a “Conferência Para os Direitos das Mulheres” contou a presença de palestrantes de 15 países, palestrantes estes que falaram para um auditório repleto onde não se via a presença de uma única mulher!

Saudi Women’s Rights Conference

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