Antisemitismo

KAYLA MUELLER

RECIPROCIDADE ISLÂMICA

Kayla Mueller

Confirmado: Kayla Mueller, ativista anti-Israel e escudo humano para grupos terroristas palestinos, foi repetidamente violentada por Abu Bakr al-Baghdadi, líder do grupo terrorista Estado Islâmico, antes de ser torturada e morta.

Raptada em Aleppo, no norte da Síria e trazida pelo próprio líder para o cativeiro onde serviu de escrava sexual, Kayla Mueller, de 26 anos, sofreu imenso antes de falecer.

A versão até agora conhecida é que Mueller teria sido morta por ataques da força aérea jordaniana contra posições do Estado islâmico (ISIS), fato que foi agora desmentido, uma vez que a jovem foi executada pelos próprios muçulmanos.

Embora a mídia insista em chamá-la “trabalhadora humanitária”, Mueller era efetivamente uma ativista política, ligada a grupos antissionistas ou mesmo terroristas.

Tal como tem acontecido a outros ativistas ingenuamente usados, podemos dizer que a causa mortis de Kayla Mueller foi estupidez. Mas, não nos enganemos: longe de ser a jovem altruísta, que viajava o mundo a ajudar desafortunados, Mueller era uma militante extremista, uma apaixonada pela falaciosa causa palestina e uma ativista anti-Israel convicta.

Kayla Mueller era membro do Movimento de Solidariedade Internacional (ISM) e passou pelo menos dois anos trabalhando com esse grupo em ações de apoio ao terrorismo. Ela era uma das centenas de pessoas que serviram de escudo humano nas manifestações contra Israel em Sheikh Jarrah, na parte Oriental de Jerusalém onde, depois de 20 anos de disputas judiciais, um tribunal reconheceu os direitos dos moradores Sheikh Jarrah, judeus ou não, de manterem lá suas residências.

Segundo a decisão dos juízes, os judeus podem – juntamente com os árabes – continuar a viver em Sheikh Jarrah, pois tiveram direitos garantidos e amparados em motivos legais. Para o tribunal, os judeus há décadas radicados na região foram perseguidos nas guerras anteriores lançadas pelos árabes e, amparados na legislação internacional e nos princípios das convenções de Genebra, têm o direito de permanecer naquelas terras.

Em oposição a esta decisão, além de participar de protestos diretos contra os judeus, Kayla Mueller ainda desenvolvia uma intensa atividade de contrainformação através das redes sociais e de websites anti Israel. Como ativista do ISM, Mueller foi uma eficiente ferramenta para a jihad em todo o mundo.

Num dos textos publicados no web-site do ISM, Mueller descreve as reivindicações dos palestinos usando argumentos e fatos produzidos pela máquina de propaganda do Hamas nos mesmos moldes daquilo que convencionou-se chamar de Pallywood. Nada do que a jovem ativista propagava era embasado em fatos reais, mas sim em histórias inventadas por grupos antissionistas.

Kayla Mueller também era uma figura conhecida das Forças de Defesa de Israel (FDI), uma vez que ela, por muito tempo, esteve envolvida com os grupos de anarquistas que semanalmente participam de um protesto anti Israel na região de Bi’ilin.

Kayla Mueller PalestinianRecentemente Mueller foi fotografada numa base rebelde em Bi’ilin, sendo possível observar-se na parede um poster com as imagens de um manifestante a hastear a bandeira palestina sob o olhar do líder esquerdista Ernesto Che Guevara.

Abdullah Abu Rahma, coordenador de manifestações em Bil’in, lamentou a perda: “Kayla veio à Palestina para se solidarizar conosco. Ela marchou conosco, enfrentou os militares que ocupam a nossa terra lado a lado conosco e por isso ela sempre viverá em nossos corações”.

Os protestos de Bil’in são manifestações semanais encenadas por criminosos que sem pudor utilizam crianças como armas de provocação contra os soldados das FDI.

Mesmo sendo militante antissionista, como cidadã americana Mueller sempre foi bem recebida em Israel e nunca correu nenhum risco enquanto lá esteve. Mas, quando deixou a Terra Santa e aventurou-se num território dominado pelo povo que ela julgava conhecer, a sua sorte estava selada.

Kayla Jean Mueller nasceu em Prescott, Arizona, no coração da maior nação democrática do mundo, e morreu, de forma desnecessária, em algum lugar da Síria enquanto era usada como escrava sexual na casa do líder do mais bárbaro movimento terrorista até hoje organizado.

PARA SABER MAIS

Para saber mais – em inglês – sobre quem verdadeiramente era Kayla Mueller, CLIQUE.

Para conhecer outro caso de morte estúpida causada por amigos terroristas, CLIQUE.

Para entender como são construídas as mentiras que seduzem os incautos, CLIQUE.

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