Antisemitismo

POLÍCIA INVADE MONTE DO TEMPLO

DIA HISTÓRICO EM JERUSALÉM

Nesse domingo, 26, os judeus lembraram o “Tisha Be’Av”, ou seja o “Dia 9 de Av”, uma data do calendário judaico marcada pelo jejum e pelo luto em memória de dois dos mais trágicos acontecimentos da História Israel: a destruição do Primeiro Templo em 586 AC e a destruição do Segundo Templo em 70 DC. Depois de uma série de tumultos a polícia israelense entrou na Mesquita Al-Aqsa. Dia histórico!

Polícia israelense entra na mesquita do Monte do Templo
Policia israelense pouco antes de entrar na Mesquita de Al-Aqsa

Seguindo uma tradição milenar, os judeus reúnem-se regularmente junto ao que resta da parede do Templo, o Kotel, para lamentar a destruição do seu templo, razão pela qual aquela parede passou a ser conhecida como o Muro das Lamentações. A visita é tradicional não só para os judeus israelenses como também para os turistas que visitam a Capital do Estado de Israel, sejam eles judeus ou gentios.

Desde a última destruição do Templo, o Muro das Lamentações passou a ser o segundo lugar mais sagrado para o Judaísmo e o ato de visitá-lo reveste-se de um simbolismo especial para o Povo de Deus. Enquanto as visitas ao Kotel tornaram-se corriqueiras, subir até a Esplanada do Templo, onde ergue-se hoje a Mesquita de Al-Aqsa, é mais difícil, pois os muçulmanos criaram todo tipo de barreira para impedir o acesso dos judeus. Porém, no Tisha Be’Av os religiosos são autorizados a entrar neste que é o lugar mais sagrado para o Judaísmo, o lugar onde fica o Santo dos Santos.

Neste final de semana, ao aproximar-se o momento da abertura da Esplanada do Templo, o serviço de segurança detectou que um grupo de jovens radicais muçulmanos preparava-se para atacar os visitantes. Como todas as vezes que isso aconteceu houve derramamento de sangue judeu, a polícia agiu intervindo preventivamente.

Reuven Rivlin e Benjamin Netanyahu
O presidente de Israel Reuven Rivlin e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu

O Presidente de Israel, Reuven Rivlin, veio a público explicar que a ação se deu depois que dezenas de jovens muçulmanos mascarados pegaram em armas e montaram barricadas no Monte do Templo na manhã de domingo. Quando foram encurralados eles passaram atacar os visitantes judeus e o corpo policial que os protegiam com pedras e bombas incendiárias.

“Os atos de violência e terrorismo cometidos – especialmente hoje – contra os adoradores em locais sagrados devem ser condenados de modo inequívoco”, disse Rivlin. 

“Quero expressar o meu apoio às forças de segurança e à sua determinação em evitar qualquer dano ou interferência às orações no Muro das Lamentações e no que resta do nosso Templo. Tais atos de ódio não podem ser tolerados, e não vamos permitir que quaisquer perturbações venham impedir aos judeus de orar neste lugar sagrado “, concluiu o presidente.

De acordo com o porta-voz da polícia Micky Rosenfeld, os policiais entraram no complexo pouco depois 07H30, após os serviços de inteligência receberem informações de que um grande grupo de jovens muçulmanos mascarados se tinham barricado durante a noite dentro da mesquita com o objetivo de atacar os visitantes judaicos na manhã de domingo.

“A polícia foi atacada tão logo entraram na Esplanada do Monte do Templo por elementos palestinos armados com pedras, bombas incendiárias, fogos de artifício e tubos de metal”, disse Rosenfeld, acrescentando que quatro policiais ficaram feridos durante o confronto.

“Usando meios não-letais, os policiais empurraram os assaltantes para a Al-Aqsa evitando entrar no recinto. [O objetivo era] proteger a área e garantir que durante o período das visitas estas pudessem acontecer sem maiores incidentes”, afirmou o porta-voz.
 
Cerca de 850 visitantes estiveram visitando a área em meio a segurança reforçada até 11H30.

Procurando justificar a ação dos barricados, os deputados Masud Gnaim, Abdel-Hakim Haj Yahya e Taleb Abu Arar, de um grupo parlamentar do Knesset conhecido como Lista Conjunta (LC), emitiram um comunicado afirmando que o ministro da Agricultura Uri Ariel é quem deveria ser responsabilizado, pois este “ousou” visitar o Monte do Templo no domingo, uma atitude que, segundo os parlamentares árabes, representava uma violação do status quo.

“A entrada provocadora de Uri Ariel, que trouxe consigo as forças de segurança de Israel, causou um confronto violento”, disse o representante da LC. “A polícia proibiu centenas de crentes [muçulmanos] de exercer a sua liberdade de culto e barrou sua entrada na [mesquita] de Al-Aqsa através do uso da violência e da força física”, concluiu o representante do grupo parlamentar árabe alegando que este ato contraria as leis do status quo.

O grupo de deputados árabes tem assento no Knesset, o Parlamento Israelense, e compõem a chamada Lista Conjunta, uma expressão que em árabe é Al-Qa’imah al-Mushtarikah. A LC é uma aliança política de quatro partidos árabes e foi formada no início deste ano, para fazer frente aos partidos judaicos nas eleições de 2015. Respeitando as regras da democracia, em Israel os eleitores árabes podem votar em candidatos árabes, embora, espontaneamente, nem todos o façam. Os parlamentares eleitos pertencem basicamente aos quatro partidos que formam a LC: o Hadash , os Árabes Unidos , o Balad e o Ta’al.

Enquanto qualquer cidadão árabe pode circular livremente por todo o Estado de Israel a recíproca não é a mesma, pois até as autoridades judaicas têm as suas deslocações restringidas. Esta é a razão pela qual a atitude do Ministro da Agricultura foi tomada como provocatória pelos parlamentares da LC: “[Uri] Ariel e os colonos extremistas belicista (sic) estão tentando mudar o status quo em todos os sentidos”, afirmou uma vez mais um dos deputados da LC lançando mão desta expressão onipresente nos protestos palestinos. Mas, o que raios vem a ser esse tal de status quo?

STATUS QUO

Escada Imovível
A Escada Imovível, um exemplo da dubiedade do status quo.

Status quo é uma expressão jurídica derivada da frase latina in statu quo res erant ante bellum, cuja tradução “no estado em que as coisas estavam antes da guerra” é a base de um documento inconclusivo redigido em meados do Século 18.

Em 1757, quando Israel estava sob domínio do Império Otomano, os cristãos da Grécia empreenderam uma campanha visando adquirir terrenos na Terra Santa. Para evitar conflitos com os árabes, o sultão Osman III esboçou a Lei do Status Quo, um documento que visava preservar a divisão das propriedades e a responsabilidade de cristãos, muçulmanos e judeus pelos vários locais sagrados da Terra Santa que fossem importantes para as três religiões. Um dos trechos do status quo diz que entre as várias religiões nada pode ser alterado a fim de não perturbar o equilíbrio na ordem e na manutenção dos locais religiosos no que diz respeito às visitas dos peregrinos, algo que qualquer turista pode observar ao visitar Jerusalém nos dias de hoje. Entretanto, as disposições do status quo não foram formalmente estabelecidas e os locais sagrados nunca foram especificamente delimitado, gerando situações impressionantes como o caso da Escada Imovível (foto acima).

A Escada Imovível é uma pequena peça de carpintaria mencionada pela primeira vez num edital de 1757 do sultão Abdul Hamid I e depois noutro edital de 1852 do sultão Abdülmecid I. O primeiro registro gráfico surgiu numa gravura de 1728 e depois em diversas litogravuras de 1830. A mais antiga fotografia mostra-a no mesmíssimo lugar no ano de 1850.

De acordo com relatos, a escada foi deixada à beira de uma janela por um pedreiro que trabalhava na restauração da Igreja do Santo Sepulcro. Como não foi possível determinar a que grupo religioso cristão pertencia o pedreiro, a escada lá ficou e e sempre deverá ficar, pois ela encontra-se “no estado em que estava antes da guerra”. Como é feita de madeira, a exposição às intempéries compromete a sua estrutura, por isso, e sempre que necessário, uma réplica exata é construída e colocada em seu lugar. A “cerimônia” de substituição é rápida e rara, uma vez que assim que a escada deteriorada é tirada a outra é posta imediatamente no seu lugar. Status quo.

O episódio da Escada Imovível é emblemático de como os lugares e elementos sagrados são considerados em Jerusalém. A cidade foi dividida em quatro quarteirões e assim tem-se mantido até hoje. Como a divisão foi conduzida por muçulmanos, a pérola da coroa, ou seja, o Monte do Templo, acabou por tornar-se um lugar sagrado para esta religião enquanto a Igreja do Santo Sepulcro e outros locais considerados sagrados para os cristãos acabaram sob tutela da Igreja Católica. Aos judeus quase nada lhes restou, principalmente o acesso ao mais sagrado dos seus locais, o Monte do Templo. Mesmo assim, de tempos em tempos, e nas principais datas festivas de cada religião, os fiéis são autorizados a entrar nos locais que segundo o status quo ficaram sob responsabilidade de uma outra religião. Uma coexistência nem sempre pacífica.

Desde que o Estado de Israel foi reconstituído, as regras que foram impostas por essa lei incompleta são observadas e defendidas pelas autoridades israelenses, mas a contrapartida não é respeitada na mesma proporção pelos árabes chamados palestinos, como pode-se observar nos distúrbios deste final de semana.

O jornal Jerusalem Post afirmou na sua edição de domingo, 26, que apesar das inverídicas alegações dos deputados árabes, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu tem afirmado repetidamente que o status quo no Monte do Templo não será alterado. Netanyahu disse que mesmo que as visitas judaicas sejam fortemente restringidas, os judeus jamais restringirão aos muçulmanos a liberdade que têm de desfrutar de todo o Monte do Templo.

Enquanto Israel lida de forma moderada com a situação, do outro lado os discursos antissionistas tomam corpo. O Ministro da Informação jordaniano, Mohammad al-Momani, condenou o que descreveu como o “assalto” a Al-Aqsa “por colonos judeus”, encabeçados pelo Ministro israelense Uri Ariel, e descreveu a presença judaica como “prejudicial à santidade da Al-Aqsa”. 

Em um comunicado divulgado neste domingo à tarde, al-Momani apelou a Israel para “assumir a responsabilidade” e evitar que tais casos voltem a ocorrer no futuro.

DESDOBRAMENTOS

Polícia israelense dentro da mesquita do Monte do Templo
Policiais israelenses dentro da Mesquita Al-Aqsa: Podem esperar as retaliações!

Nas ações empreendidas neste final de semana no Monte do Templo não houve nenhuma prisão, mas o porta-voz da polícia, Micky Rosenfeld informou que três jovens palestinos foram presos em outras partes da cidade velha por atirar pedras em policiais.

Horas mais tarde, durante um tumulto no bairro Isawiya, que fica nas proximidades da Universidade Hebraica de Jerusalém, mais três policiais foram feridos por pedras e bombas incendiárias lançadas por jovens mascarados. Os oficiais foram tratados no local por paramédicos da Magen David Adom, uma espécie de Cruz Vermelha israelense, e os manifestantes foram dispersados ​​com bombas de efeito moral. Nenhuma prisão foi efetuada. 

Rosenfeld elogiou a resposta da polícia aos distúrbios de domingo: “A polícia agiu com competência e profissionalismo, mostrando determinação e coragem sob uma chuva de pedras, fogos de artifício e barras de ferro”, afirmou.

Por outro lado, o Ministro da Cultura e do Desporto, Miri Regev, atribuiu a violência à “incompetência policial em lidar com os manifestantes”, dizendo ser inaceitável que os judeus não possam exercer o direito de visitar seus locais sagrados enquanto seus inimigos podem circular livremente por onde bem entendem e querem.

Regev disse que o ministro da Segurança Pública, Gilad Erdan deve instruir a polícia no sentido de assegurar que os judeus possam entrar no Monte do Templo não só nas próximas celebrações do Tisha Be’Av como em qualquer outro dia, livre das ameaças árabes e da violência.

“O Monte do Templo é um lugar sagrado para judeus e muçulmanos”, disse Regev, “e o governo deve se certificar de que os judeus possam ir no Monte do Templo não só em Tisha Be’Av como em todo o restante do ano”. 

Avigdor Liberman, presidente do partido conservador Yisrael Beytenu, convidou Netanyahu a instruir pessoalmente a polícia e as forças de segurança para travar os tumultos no Monte do Templo de modo a permitir que os judeus possam observar o Tisha Be’Av adequadamente. 

“Não podemos permitir que num país soberano como Israel os judeus não possam observar um dia tão importante para nós”, disse Liberman. 

“Os eventos de hoje são o resultado da falta de reação e fraqueza do governo em enfrentar uma cadeia de recentes atentados em Jerusalém. Esta fraqueza incentiva os agitadores árabes a continuar empreendendo novas ações terroristas”, disse Bezalel Smotrich, um parlamentar do partido Bayit Yehudi no Knesset que pediu a polícia para fechar o Monte do Templo aos árabes de modo que possa permitir aos judeus rezarem no seu local sagrado.

“Por milhares de anos, os judeus se sentaram no chão em Tisha Be’Av e choraram pela perda de nossa liberdade espiritual e nacional”, disse Smotrich. “Depois, voltamos para a Terra dos nossos pais, vimos as profecias bíblicas se concretizando e a nossa liberdade sendo reconquistada, mas num erro histórico Moshe Dayan deu as chaves do Monte do Templo para o wakf [um religioso muçulmano de confiança]. Chegou a hora de corrigir essa distorção histórica”.

Embora o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) tenha confirmado o direito dos judeus de visitarem o Monte do Templo, esta ação deve ser supervisionada pelo atual wakf. Para que não aconteçam tumultos o STJ dá instruções para que a polícia israelense evite qualquer forma de adoração judaica explícita, pois isso pode “perturbar a ordem pública”. Esta determinação da Justiça israelense resultou em um debate contencioso entre judeus religiosos e autoridades do governo, pois um simples “mover dos lábios” é considerado como oração e quando isso acontece os judeus são acusados de “perturbação da ordem pública”.

NOTÍCIAS DE SIÃO ASSISTIU ÀS MESMAS PROVOCAÇÕES

Roberto Kedoshim Temple Mount
Roberto Kedoshim, diretor do Notícias de Sião, não gostando do que via e ouvia no Monte do Templo no passado dia 18 de Junho.

O estopim da violência deste final de semana não se deu no próprio dia Tisha Be’Av, mas sim dois dias antes, quando Avia Morris, uma jovem mãe judia de 20 anos, não suportando as agressões verbais disse à turba que a vaiava que Maomé era um porco.

Quando o NOTÍCIAS DE SIÃO esteve no Monte do Templo no início do mês passado, assistimos às mesmas agressões a que a jovem judia foi exposta e pudemos perceber in loco o quão irritantes são essas provocações islâmicas. Grupos de muçulmanos raivosos, compostos em sua maioria por mulheres tresloucadas e crianças mal educadas, cercam os judeus e cuspindo-lhes gritam impropérios ao mesmo tempo em que soltam o tradicional grito de guerra: “Allahu Akbar! Allahu Akbar!”

A mesma cena repetiu-se na quinta-feira, 23, no momento em que a jovem Avia Morris, assustada, soltou a frase “Maomé é um porco”. Como a prática palestina é provocar e ao mesmo tempo filmar a reação dos judeus, um dos vídeos acabou nas redes sociais tornando-se viral entre muçulmanos do mundo todo. Era a gota d’água que faltava para fazer transbordar o balde da intolerância. A violência espalhou-se como um rastilho de pólvora, mesmo depois que a mídia propagou abertamente que a polícia havia efetuado a prisão da jovem judia acusando-a de “perturbação da ordem pública”.

ASSISTA AO VÍDEO DA PROVOCAÇÃO DOS PALESTINOS E COLOQUE-SE NO LUGAR DA JUDIA

Numa entrevista ao site Arutz Sheva, Avia Morris detalhou a série de eventos que antecederam sua prisão: “Fui até o Monte do Templo na quinta-feira, juntamente com outras mulheres e seus bebês e o longo de uma caminhada de 40 minutos nós fomos cercadas por dezenas de árabes que gritavam ‘Allahu Akbar’, diziam que iriam ‘abater os judeus’ e faziam os gestos tradicionais do ISIS [Estado Islâmico]”.

Morris acrescentou que, apesar de estar cercada pela polícia, os policiais não faziam nada enquanto a multidão árabe continuava a gritar ameaças e a invadir o espaço destinados ao grupo de mães judias.

“A polícia ignorou nossos pedidos e disse que se respondêssemos às agressões eles iriam nos levar para fora do Monte do Templo e nos prender”, disse ela. “Os policiais não coibiram as agressões [da turba islâmica] que feriam nossos sentimentos e insultavam o Judaísmo”, desabafou a judia. 

Depois daquilo que Morris descreveu como quase uma hora de “provocações e humilhações” antissemitas, ela disse que respondeu na mesma moeda, agredindo verbalmente o profeta Maomé. Só nesse momento a polícia entrou em ação. 

“Só depois que respondi às provocações é que a polícia procurou afastar de nós os agressores”, disse a jovem. “De repente, eles foram capazes de mantê-los afastados”. 

Mais tarde, Morris foi detida em sua casa na região Binyamin, na Samaria. 

Durante a sua acusação, no Tribunal de Jerusalém, Morris disse que a polícia alegou que ela incitava à agitação. No entanto, após o juiz analisar as imagens do tumulto, Avia Morris foi liberada com a condição de manter-se afastada da Cidade Velha nos próximos dias. Como a sua imagem foi exaustivamente exposta nas redes sociais, a probabilidade de que algo grave venha acontecer com ela ou sua família é grande e real. 

Apesar do trauma pelo qual passou, Avia Morris disse que se sentiu compelida a retaliar as agressões: “É impossível permanecer em silêncio quando se está submetida a essa humilhação que os judeus sofrem no Monte do Templo bem como às incitações ao assassinato que nos feitas”, disse a jovem que concluiu: “Se aceitarmos as provocações a polícia não faz nada, mas se começarmos a responder, ela vai silenciá-los”.

VEJA AGORA AS IMAGENS DA POLÍCIA INVADINDO A MESQUITA DE AL-AQSA

Com informações do ARUTZ SHEVA, do JERUSALÉM POST e do ISRAELFEED

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