Curiosidades

O MITO DO ISLAMISMO MODERADO

Depois das hashtags JeSuisCharlie e SomosTodosCharlie o que mais se vê nos meios de comunicação, sejam os tradicionais ou as onipresentes redes sociais, tem sido uma tentativa de ilibar parte dos muçulmanos da culpa. O problema não está em fazê-lo, mas a forma como vem sendo feito. Uma coisa é dizer que nem todos muçulmanos são terroristas em potencial, o que está certo, a outra é dizer que o islamismo é uma religião de paz, o que é uma falácia. Não existe islamismo moderado. Pode existir pseudo-islamismo, mas isso é outra coisa. O islamismo é, tem sido e sempre será beligerante, segregacionista e perigoso.
Islamismo Moderado e Radical

PORQUE A “MAIORIA PACÍFICA” PODE SER PERIGOSA

Diante da repercussão dos atos terroristas perpetrados por grupos radicais islâmicos é natural que as lideranças islâmicas façam o possível para descolar a imagem das suas mesquitas destes acontecimentos. E neste afã eles não têm poupado esforços. Os petrodólares mantém, via publicidade evidentemente, estruturas gigantescas como o Euronews, o canal de notícias mais assistido de toda a Europa, além de investir em outras ações travestidas de entretenimento. A canadense CBC Television, por exemplo, produziu entre 2007 e 2012 uma sitcom deliciosa chamada Little Mosque on the Praire, que até hoje é veiculada em diversos países, sendo que em Portugal recebeu o título de A Mesquita da Pradaria. Quem assiste às peripécias do imam Ammar Rashid e sua adorável esposa, a muçulmana feminista – isso mesmo muçulmana e feminista – Rayyan Hamoudi não consegue entender como estes radicais reais que vemos nos noticiários são capazes de desvirtualizar algo tão belo e meigo quanto o Islam. Aliás, o militante mais “radical” de A Mesquita da Pradaria, é Baber Siddiqui, um eterno candidato a imam que não consegue controlar nem a própria filha, a adolescente Layla, e cujos atos de terror mais recorrentes estão voltados contra suas próprias unhas, que são roídas e corroídas à cada ataque que ele presencia à sua mesquita, à sua fé, ao seu profeta. Nada mais falso.

Liberdade feminina, tolerância religiosa e moderação islâmica, só na ficção.

Há alguns anos, uma senhora de São Paulo relatava, estupefacta, a mudança que observara na vida de um menino que morava no mesmo prédio que ela. O menino, dócil, era filho de uma família “moderada” e cresceu praticamente junto com os filhos desta paulistana. Uma criança normal, do tipo que brinca no playground e corre pelas escadas apagando as luzes. No entanto, ao completar 14 anos foi enviado para o Oriente Médio onde passou um ano afastado. Quando voltou, mal falava com as pessoas do prédio, andava sempre de cabeça baixa e olhar taciturno. Estava tão mudado que ela chegava a ter medo quando cruzava com o agora adolescente, pelos corredores.

Ao ser confrontada por um turista em Jerusalém, que estranhou a aparente pacificidade dos chamados “palestinos”, uma experiente judia comentou que havia uma casca de verniz sobre aquela aparência, e que bastava o menor incidente para que esta se tornasse craquelê.

Paul. E. Marak, que em 2006 escreveu um artigo viral chamado “Porque a Maioria Pacífica é Irrelevante”, voltou à carga recentemente escrevendo sobre duas canadenses praticantes do islamismo. A história de Mubarka e Hardi é emblemática se quisermos entender o verdadeiro impacto da “cultura islâmica” na vida das pessoas.

MUBARKA E HARDI

Muçulmana ModeradaMubarka é uma cidadã canadense. Filha de pais paquistaneses, ela cresceu em Toronto entre outras crianças canadenses e frequentou uma universidade, onde formou-se em Comércio. Hoje, ela ocupa uma posição de destaque numa empresa de transporte.

Mubarka era uma canadense comum, como qualquer jovem canadense. Na verdade, quem visse Mubarka pela primeira vez seria completamente envolvido pela sua alegria. Sua efervescência andava de mãos dadas com a beleza asiática distinta que ela não ocultava ao usar roupas elegantes, inclusive algumas bem curtas. Mubarka era capaz de conversar durante horas sobre temas tão variados quanto as práticas comerciais, a política canadense ou a música contemporânea.

Há, portanto, um choque quando descobrimos os caminhos que Mubarka recentemente escolheu para si mesma. Ela está de casamento marcado com um paquistanês, um muçulmano praticante que ela nunca conheceu, mas que foi-lhe escolhido para esposo quando ela era ainda um bebê. E mais que isso, Mubarka vestiu o hijab pela primeira vez em toda sua vida e está observando religiosamente os princípios islâmicos. Ela escolheu ser subserviente a um homem e subserviente à uma religião em detrimento da liberdade que lhe era oferecida pela sociedade democrática onde ela nasceu e cresceu. E tudo isso sem nenhum sinal de protesto.

Ao ser questionada sobre as razões pelas quais ela escolheu a vida de Sharia, Mubarka simplesmente diz que isto é o que Maomé desejaria, e que não há profeta maior que Maomé. Quando perguntam-lhe como ela irá criar seus filhos, Mubarka deixa claro que eles serão criados primeiramente como muçulmanos e só depois como canadenses.

Hardi é talvez uma das mulheres mais agradáveis que existe em todo Canadá. Como cuidadora de idosos, ela é gentil, amorosa e incrivelmente paciente. Ela ri deliciosamente diante de todas as situações engraçadas do seu dia-a-dia e os idosos com quem trabalha são contagiados com sua alegria. Como se diz no popular, Hardi é um anjo.

Quem vê Hardi pela primeira vez jamais seria atraído por ela, isso só acontece há medida que passa-se a conhecê-la, isso porque normalmente Hardi anda praticamente coberta, da cabeça aos pés, por um tradicional traje muçulmano-indonésio. Ela cobre o corpo inteiro com o traje colorido deixando à mostra apenas as mãos e o rosto. Hardi é uma fiel muçulmana devota. Tão devota que só aceita presentes no Natal se eles não tiverem nenhuma ligação simbólica com o nascimento de Cristo. Além disso, quando se conversa com Hardi e ela é livre para discutir sua fé, ela deixa claro que acredita sinceramente na aplicação total da Sharia. Para ela, o Islã, na sua forma radical, é a única verdade.

Ambas, Hardi e Mubarka, representam um enigma intrigante, porque elas fazem parte daquilo que se convencionou chamar de “maioria pacífica muçulmana”. Eles não passam a ideia de serem violentas, são cumpridoras das leis e cidadãs produtivas da sociedade canadense. Mas, elas também fazem parte de uma minoria insignificante dentro do Canadá, onde elas e seus companheiros muçulmanos têm pouco peso político e quase nenhuma influência nas normas culturais vigentes. Mas, o que aconteceria se Hardi e Mubarka fizessem parte de uma maioria muçulmana, onde elas e seus irmãos de fé detivessem o poder?

Ambas admitem que em primeiro lugar são muçulmanas e só depois canadenses. Não importa a forma como elas se veem como mulheres e não há dúvida de que se forem confrontadas entre escolher entre as tradições canadenses de liberdade para todos ou a Sharia, elas optariam pela lei islâmica. Também não há nenhuma dúvida de que se elas fizessem parte de uma maioria e não de uma minoria, elas concordariam plenamente com as reivindicações das lideranças islâmicas e que escolheriam as leis da Sharia para todos os canadenses.

Portanto, é irrelevante sabermos se Hardi ou Mubarka são pessoas “boas” ou não, pois a maioria das pessoas do planeta são, independentemente da sua religião, raça ou cultura. O que importa, num sentido mais amplo, é que como parte de uma comunidade islâmica, elas jamais iriam abrir mão das suas crenças de forma salvaguardar e proteger os direitos daqueles que não são muçulmanos. O que é ainda mais preocupante é que elas têm experimentado as liberdades de gênero que lhes são oferecidas no Canadá, ainda que ambas tenham voluntariamente se resignado a viver de acordo com os preceitos das comunidades muçulmanas.

Como parte da comunidade canadense, Hardi e Mubarka têm muito a oferecer ao país, mas quando elas, com suas crenças individuais, tentam impor os valores islâmicos aos demais membros desta comunidade, mesmo que em minoria – ou, Deus nos livre, maioria – elas se tornam perigosas. Mas, perigosas por quê? Porque os muçulmanos onde quer que formem uma maioria acabam por escolher as leis islâmicas em detrimento dos padrões mais tolerantes e mais amplos do Ocidente. Se lhes dermos a oportunidade de governar, como aliás tem sido claramente demonstrado em diversas partes do mundo, eles não hesitarão em abrir mão das conquistas de direitos e liberdades que a humanidade conseguiu ao longo de centenas de anos para substituí-las pelas práticas medievais da sua fé. Individualmente, Hardi e Mubarka seriam apenas pequenas peças de um imenso jogo, um jogo onde um monstruoso e destrutivo furacão islâmico levaria a civilização a centenas de anos de retrocesso.

6 respostas »

  1. Uma das civilizações que mais me fascina, para o bem ou para o mal, é o Império Romano. E queira ou não, o ocidente tem alguns pilares fundamentais, como o sistema legal e de governo romano, a religião judaico-cristã, os valores iluministas… E por gostar do tema Império Romano, e mais ainda de sua queda, cheguei a estarrecedores paralelos entre ambas as civilizações Romana e sua cria, a Ocidental:

    – A civilização romana era relativamente tolerante com credos diferentes, com raras e vergonhosas exceções (como os judeus, mas ainda acho que a antipatia com a antiga Judeia e Israel era mais político do que religioso na visão romana colonialista.
    O ocidente é extremamente tolerante, mesmo com os intolerantes (islã).

    – A taxa de natalidade romana era baixíssima, com as guerras e pestes, sua população decrescia.
    A população europeia (e do Canadá, Austrália, Nova Zelândia, etc.) está decrescendo com uma taxa de natalidade dos nativos baixíssima também.

    – Sucessivas crises guerras internas, políticas e econômicas a partir do fim do governo de Marco Aurélio (nos idos do ano 190) começaram a corroer o império durante 250 anos ate a queda.
    No inicio do século, a Europa teve duas gigantescas guerras (as mundiais) e antes disso, uma infinidade de guerras. Após a pacificação, crises econômicas e políticas (com recrudescimento dos nazi-fascistas, o peso político que o islã vem ganhando, comunistas ressurgindo, etc).

    – Para compensar a baixa natalidade, os romanos incentivavam a imigração de povos “bárbaros” para ocupar terras abandonadas com a obrigação de lutar por Roma. desnecessário dizer que os “bárbaros” mesmo aproveitando o que Roma tinha de bom para oferecer, continuavam mais bárbaros que romanos.
    Desnecessário discorrer sobre a imigração do Islã para a Europa e a opinião tantas vezes exposta dos islâmicos sobre sua nova terra.

    – Os cristãos de Roma, na tentativa de impor sua religião, não foram os bonzinhos que aparentam, o que Edward Gibbon deixa bem claro em sua obra de 3 séculos atrás ainda hoje reverenciada “declínio e queda do Império Romano”.
    Os muçulmanos estão fazendo a mesma coisa.

    Não quero ser alarmista, e espero que isso que postei seja mais paranoia em encontrar similaridades entre duas civilizações distintas e sua queda (embora uma esteja na base da criação da outra), do que realmente uma Eurábia se vislumbrando, mas como cautela e canja de galinha não fazem mal pra ninguém…

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  2. A Paz do Senhor Jesus!
    A parte deste seu artigo que mais me chamou a atenção foi a da MUBARKA E HARDI. O jeito que você expôs o assunto, da forma como está, seria uma conquista “legal” do Islã. Sim, isso mesmo, legal, pois teríamos entregue em uma bandeja dourada o controle do nosso país nas mãos do islã. E neste caso não teríamos do que reclamar. Na verdade pura e simples, se Jesus só voltar daqui a 100 anos, Ele nem precisa voltar, pois aqui só haverá muçulmanos.

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  3. Acho que a melhor forma de se combater o islamismo é no campo das idéias. É preciso mostrar a fragilidade de sua doutrina. Desmistificar o profetismo de Maomé, que de profeta não mostrou nada, não fez nenhum milagre, sua vida não foi exemplo de virtude etc…Me surpreende ver que até muçulmanos com bom nível intelectual não estudem os fundamentos de sua fé para avaliar se vale a pena……

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