Cotidiano

TERROR E MILAGRE NA JUDEIA

JUDEUS RESGATADOS POR PALESTINOS

Família judia atacada por um bando de palestinos é socorrida por diversos palestinos. Que diferença há entre os dois grupos?

Yedaya, Hadassah e Nitzan
Família judia atacada na Judeia. O pai está em estado grave.

No último sábado, um casal israelense foi atacado por um bando de palestinos quando conduzia seu carro próximo a uma aldeia árabe na Judeia, região conhecida pela comunidade internacional como Cisjordânia. No banco de trás estava sua filha de um ano. Diversas pedras foram atiradas sobre o veículo sendo que uma delas, do tamanho de um melão, atravessou o para-brisas e atingiu o motorista. Descontrolado, o carro capotou.

A cena acima descrita é comum em certas regiões da Judeia ou da Samaria, pois há diversas colônias judaicas na região e frequentemente os colonos são alvo de ataques. Mas o caso de sábado teve um final feliz.

Yedaya Sharchaton, 25, e sua esposa Hadassah, 24, estavam viajando com a filha Nitzan, de apenas 1 ano, de Jerusalém para Yadir, um povoado judaico ao sul de Hebron.

Pouco depois da meia-noite, ao cruzar a aldeia Beit Umar, um bando de palestinos passou a apedrejar o veículo levando-o ao capotamento. Em depoimento ao jornal Yedioth Ahronot, Hadassah relatou os momentos de terror que viveram: “Nós chegávamos em casa, depois de passar o Shabat com os pais de Yedaya, quando de repente ouvi uma grande explosão e fomos atingidos por diversos cacos de vidro”.

Hadassah disse ainda que a filha chorou por algum tempo, mas depois calou-se. Ela então perguntou ao marido se ele e a bebê estavam bem, mas Yedeya, que estava atordoado, respondeu com frases desconexas.

Enquanto a família estava presa no carro, Hadassah observou que diversas pessoas aproximavam-se do veículo e ela então temeu pela vida da sua família. Foi aí, nesse momento, que deu-se o milagre! As pessoas que se aproximavam manifestavam cuidado para com os passageiros. Um deles falou-lhe: “Senhora, não se preocupe, nós estamos aqui para ajudá-los”.

Alívio. Hadassah, que é enfermeira, disse que havia um bebê no banco de trás e orientou os inusitados socorristas quanto a melhor forma de retirá-la da cadeira.
Hadassah procurou manter o marido acordado e a cada minuto que passava mais e mais árabes chegavam ao local do acidente perguntando se eles precisavam de ajuda.

“Um deles segurou Nitzan no colo e a bebê ficou tranquila. Eu estava com medo, pois não é fácil distinguir terroristas de seres humanos, e estes eram seres humanos”, concluiu Hadassah.

Logo depois, um grupo de soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF) chegou ao locale uma equipe do Magen David Adom, o correspondente à Cruz Vermelha Internacional, transferiu Yedaya para o Centro Médico Hadassah, em Ein Kerem onde permanece em estado grave. Ele sofreu fraturas no crânio, mandíbula e olhos. Yedaya respira com ajuda de aparelhos e os médicos aguardam para verificaram a extensão dos danos, mas de uma coisa eles já estão certos: a reabilitação deverá ser longa.

Este episódio apresenta-nos uma prova e nos dá uma lição.

PROVA: Nem todos os árabes são inimigos de Israel, aliás, muitos deles até gostariam de estar mais ao lado de Israel, mas não o fazem por temer suas lideranças.

LIÇÃO: Se Israel entregar a região para os árabes, como Ariel Sharon fez com Gaza e Mahamoud Abbas quer fazer com a Judeia e Samaria, e os judeus terão rockets vindos dos dois lados. Será o caos! Israel não precisará apenas de uma “margem protetora”, mas sim de um “campo de força” completo! O Iron Dome daria conta do recado? Provavelmente sim. Mas, como os custos de cada interceptação são altíssimos, a Economia do Estado judaico colapsaria.

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