Cotidiano

YOM HASHOAH

UMA VEZ MAIS, ISRAEL PAROU.

Yom HaShoá (יום השואה), ou “Dia da Lembrança do Holocausto”, ocorre no dia 27 de Nissan no calendário hebraico. Este dia é lembrado anualmente como dia de recordação das vítimas do Holocausto, sendo feriado nacional em Israel.

Originalmente, a data proposta para esta comemoração foi o dia 15 de Nissan, aniversário da revolta do gueto de Varsóvia (19 de Abril de 1943), mas esta proposta foi rejeitada devido ao fato de coincidir com o primeiro dia de Pessach. O dia 27 foi escolhido por ser oito dias antes da comemoração de Yom Ha’atzma’ut, ou Dia da Independência de Israel. O Yom HaShoá foi estabelecido em 1959 como lei em Israel e aprovado por David Ben-Gurion e Yitzhak Ben-Zvi.

Às 10:00 horas do Yom HaShoá, as sirenes aéreas soam por dois minutos. Os veículos de transporte públicos param por este período e as pessoas permanecem em silêncio. Durante o Yom HaShoá, estabelecimentos públicos são fechados, a televisão e rádio transmitem canções e documentários sobre o Holocausto e todas as bandeiras são hasteadas à meio-mastro.

Fonte: Wikipedia

UM REGISTRO PESSOAL

Filmei o tradicional Toque da Sirene numa esquina da cidade de Kfar Saba, na região do Sharon. Cheguei ao cruzamento das avenidas Weizmann com Herzl alguns minutos antes das 10 horas. Escolhi o local propositalmente. Theodor Herzl foi o mentor do moderno Estado de Israel e é considerado um dos pais do Sionismo. Já Chaim Weizmann foi o primeiro presidente do moderno Estado de Israel. Para um Sionista convicto como eu, não podia haver escolha melhor para registrar a homenagem.

No vídeo abaixo vocês poderão acompanhar o momento exato do toque da sirene. Sem cortes, interrupções ou edições. Observem que num determinado momento, por volta dos 00:49 segundos, uma senhora árabe caminha tranqüilamente, sem respeitar este momento de reverência do povo judeu. Minha filha permaneceu imóvel, mas notou a atitude da árabe. Tão logo terminou a homenagem, ela comentou indignada: “Papai, uma mulher não respeitou a lei. Ela atravessou a rua!”

Na verdade, não existe uma lei obrigando as pessoas a pararem, trata-se de uma manifestação espontânea. Aliás, uma das mais belas e mais emocionantes que se pode presenciar na Terra Santa.

5 respostas »

  1. “Se não nos lembramos dos guetos, dos campos de extermínio, das perseguições, das matanças, estamos abatendo os mártires com o derradeiro e mais cruel dos golpes: o esquecimento.” Max Nahmias.
    Por isto todos os filhos d’Israel; sefarad, askenazi, lamba, etiope, beta e etc. decidiram impedir que o Holocausto seja esquecido, para que, com sua lembrança, fique assegurado que o mundo não permitirá jamais que torne a acontecer com os judeus ou com qualquer outro povo ou grupo na Terra.

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  2. Obrigada, Roberto, por nos presentear com tão grande mensagem. Este é um dos momentos em que mais me emociono em toda minha vida. No Cafetorah sempre vejo esta gravação emocionante também. Que O Eterno possa me permitir participar deste momento de reverência aí, junto com nosso povo, em breve! Yeshua HaMashiach te abençoe e a toda a sua familia. Muita Saúde! (Maria Lucia)

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